CUIDADOS PÓS EXTRAÇÃO DENTÁRIA
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
SABURRA LÍNGUAL
Língua esbranquiçada
??? Mau hálito ??? Você pode estar com saburra lingual!
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
HERPES
O que é Herpes ?
O herpes é uma
doença viral recorrente, geralmente benigna, causada pelos Vírus Herpes
simplex 1 e 2, que afeta
principalmente a mucosa da
boca ou região genital, mas pode causar graves complicações
neurológicas. Não tem cura, mas alguns remédios podem ser utilizados para
diminuir os sintomas.
A infecção por herpes simples 1
normalmente é oral, mas pode ocorrer da pessoa ter o vírus e apenas eclodir
dias, meses ou até anos depois e produz gengivoestomatite (inflamação das gengivas) e outros sintomas como
febre, fadiga e dores de cabeça. O vírus invade os terminais dos neurônios dos nervos sensitivos, infectando
latentemente os seus corpos celulares no gânglio nervoso trigeminal (junto ao cérebro). Quando o sistema imunitário elimina o vírus das
mucosas, não consegue detectar o vírus quiscente dos neurônios, que volta a
ativar-se em períodos de debilidade, como estresse, trauma, imunossupressão ou
outras infecções, migrando pelo caminho inverso para a mucosa, e dando origem a
novo episódio de herpes oral com exantemas e vesículas dolorosas.
No Brasil, o herpes labial atinge
85% da população, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia. A
sintomatologia aparece em 50% dos portadores do vírus anualmente. Cerca de
5-10% sofrem com mais de seis crises de herpes anuais.
Complicações
raras são a queratoconjuntivite do olho que pode levar à cegueira e à encefalite. Esta cursa com
multiplicação do vírus no cérebro,
especialmente nos lobos temporais com
convulsões, anormalidades neurológicas e psiquiátricas. É altamente letal, e
70% dos casos resultam em morte, apenas 20% dos sobreviventes não apresentam
sequelas neurológicas. Raramente é causada pelo HSV2.
Como se
pega o herpes?
Os herpesvírus 1 e 2 são transmitidos pelo contato de uma pessoa
infectada com outra susceptível. O lábio, os olhos e as mucosas genital e anal
são os locais mais sujeitos ao contágio. O herpesvírus tipo 1 em geral é
adquirido na infância, principalmente pelo beijo, enquanto o tipo 2 geralmente
se adquire na vida adulta por contato sexual. O vírus tipo 3 é adquirido na
forma de varicela, também pelo contato da pessoa susceptível com outra com a
doença em atividade. Os vírus do herpes simples e do herpes zoster estão
distribuídos por todo o mundo.
Como o
herpes se manifesta?
Na maioria das vezes, a primo-infecção (quando se adquire o vírus
após o contágio) pelo herpes simples não causa sintomas. Em poucas pessoas a
infecção se manifesta como vesículas e bolhas dolorosas na boca, lábios, olhos,
genitais e na pele. Em geral a erupção dura em torno de sete a 10 dias e então
o vírus entra em estado de dormência, permanecendo nos neurônios dos gânglios
sensoriais. No indivíduo que já teve varicela, quando há comprometimento da
imunidade por doenças, estresse ou medicamentos que baixam a resistência, o
vírus pode ser reativado e causar o “cobreiro” e não a “catapora”. O herpes
zoster se manifesta por vesículas e bolhas, geralmente muito dolorosas, que
seguem um “trajeto linear” que corresponde ao trajeto de um nervo pelo qual o
vírus “desce”.
Por que o
herpes sempre volta?
Após a infecção, o vírus se aloja em estruturas do sistema nervoso
chamadas gânglios sensoriais. Nestas estruturas o vírus permanece em estado de
latência (dormência) por toda a vida. Quando as defesas do portador ficam
comprometidas o vírus pode se multiplicar e voltar a se manifestar. Estresse,
irradiação ultravioleta (sol), outras infecções virais, doenças e medicamentos
que reduzem a defesa imunológica são condições capazes de reativar o herpes
simples. Em média, um portador do vírus tem quatro episódios ao ano. Já o vírus
da catapora também fica alojado nos gânglios sensoriais, mas não têm a mesma
tendência a recorrer várias vezes. Quando o vírus é reativado, o indivíduo
apresenta o quadro conhecido como “cobreiro”, que acomete preferencialmente
pessoas idosas e aquelas com comprometimento do sistema imune.
As
infecções por herpes podem complicar-se?
A complicação mais comum do herpes simples é a infecção
bacteriana, sendo necessário o uso de antibióticos. Comprometimento de órgão
internos é muito raro no paciente sem baixa da imunidade. Nos
imunocomprometidos podem ocorrer encefalites e mielites (infecções no sistema
nervoso central). A complicação mais comum do herpes zoster é a chamada
“neuropatia pós-herpética”, caracterizada pela persistência de dor muito
desagradável por meses ou até anos após resolução das lesões cutâneas.
Pacientes com mais de 50 anos e imunossuprimidos são mais susceptíveis a tal
complicação. Comprometimento de órgãos internos pelo herpes zoster, como
encefalites e meningites, são raras mesmo nos pacientes imunossuprimidos.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
ABSCESSO DENTÁRIO
Abscesso Periapical Sem
Fístula (Agudo)
Abscesso periapical é um processo supurativo agudo ou crônico da região periapical de um dente. O mesmo será dizer que se trata de um inchaço, com pus (supurativo), que ocorre junto à raiz de um dente e que normalmente provoca dores.
A formação dos abscessos pode ter duas causas principais. São elas as cáries ou a agressão dos tecidos próximo dos dentes.
Um dente tem uma parte viva, que é a sua parte interna, designada de pulpa.
Numa cárie há uma agressão da parte viva do dente, onde também existe
uma artéria, uma veia e um nervo. Assim, uma cárie provoca a
infecção da pulpa e vai depois levar à formação do abscesso, porque
a pulpa tem ligação com o exterior do dente através da tal artéria,
veia e nervo.
"A segunda causa pode derivar de um tratamento dentário. Quando
um doente vai desvitalizar um dente, isto é, retirar a pulpa e todo o
tecido vivo do dente, são colocados produtos químicos para
fechar esse “buraco”. Esses produtos podem causar uma
agressão dos tecidos. De qualquer maneira, as cáries constituem a
grande maioria das causas dos abscessos. "
Morte não é impossível
Abscesso agudo vs. abscesso crônico
Existem dois tipos de abscessos
dentários: os agudos e os crônicos.
Abscesso periapical é um processo supurativo agudo ou crônico da região periapical de um dente. O mesmo será dizer que se trata de um inchaço, com pus (supurativo), que ocorre junto à raiz de um dente e que normalmente provoca dores.
A formação dos abscessos pode ter duas causas principais. São elas as cáries ou a agressão dos tecidos próximo dos dentes.
Um dente tem uma parte viva, que é a sua parte interna, designada de pulpa.
Numa cárie há uma agressão da parte viva do dente, onde também existe
uma artéria, uma veia e um nervo. Assim, uma cárie provoca a
infecção da pulpa e vai depois levar à formação do abscesso, porque
a pulpa tem ligação com o exterior do dente através da tal artéria,
veia e nervo.
"A segunda causa pode derivar de um tratamento dentário. Quando
um doente vai desvitalizar um dente, isto é, retirar a pulpa e todo o
tecido vivo do dente, são colocados produtos químicos para
fechar esse “buraco”. Esses produtos podem causar uma
agressão dos tecidos. De qualquer maneira, as cáries constituem a
grande maioria das causas dos abscessos. "
Morte não é impossível
Se os abscessos não forem tratados,
podem dar complicações mais graves.
Em situações raras, também originam manifestações sistémicas, ou seja, manifestações para além da zona, que podem ser do foro cardíaco e chegar
até ao ponto de uma septicemia, registando-se uma disseminação daqueles
micróbios através dos sistemas linfático e arterial, afirma o estomatologista.
Estas situações mais graves podem levar à morte do doente.
Estes casos são raros, mas não tanto como se
desejaria. É que ainda há muito boa gente que, devido a algum descuido, não
vai prontamente ao médico e deixa arrastar a situação durante muito tempo.
Outros não vão ao médico por falta de condições econômicas.
Atualmente, o tratamento dos abscessos faz-se à base de antibióticos e da
drenagem do pus no local. O estado em que se encontra o abscesso é
determinante para a escolha do tratamento.
Habitualmente, quando existe um abscesso dentário o dente tem já a pulpa
morta. É um dente já muito destruído e a sua recuperação, mesmo com a
desvitalização e uma prótese fixa, já não tem viabilidade. Então temos de fazer
uma cobertura antibiótica para fazermos a extração do dente.
Se o doente optar por não tirar o dente, ele próprio faz artificialmente um
trajeto para o pus sair para a boca, para a pele ou inclusive para o pescoço e
mediastino originando situações de extrema urgência. É porque se o abscesso
estourar, o pus pode ir para locais onde depois se torna mais perigoso.
Em situações raras, também originam manifestações sistémicas, ou seja, manifestações para além da zona, que podem ser do foro cardíaco e chegar
até ao ponto de uma septicemia, registando-se uma disseminação daqueles
micróbios através dos sistemas linfático e arterial, afirma o estomatologista.
Estas situações mais graves podem levar à morte do doente.
Estes casos são raros, mas não tanto como se
desejaria. É que ainda há muito boa gente que, devido a algum descuido, não
vai prontamente ao médico e deixa arrastar a situação durante muito tempo.
Outros não vão ao médico por falta de condições econômicas.
Atualmente, o tratamento dos abscessos faz-se à base de antibióticos e da
drenagem do pus no local. O estado em que se encontra o abscesso é
determinante para a escolha do tratamento.
Habitualmente, quando existe um abscesso dentário o dente tem já a pulpa
morta. É um dente já muito destruído e a sua recuperação, mesmo com a
desvitalização e uma prótese fixa, já não tem viabilidade. Então temos de fazer
uma cobertura antibiótica para fazermos a extração do dente.
Se o doente optar por não tirar o dente, ele próprio faz artificialmente um
trajeto para o pus sair para a boca, para a pele ou inclusive para o pescoço e
mediastino originando situações de extrema urgência. É porque se o abscesso
estourar, o pus pode ir para locais onde depois se torna mais perigoso.
Abscesso agudo vs. abscesso crônico
Relativamente a estes
dois tipos, as causas podem ser as mesmas.
É, no entanto, provável que a reação do organismo e o nível de agressão sejam diferentes.
No abscesso agudo a agressão é mais violenta e as defesas do organismo reagem de uma maneira mais intensa, ao passo que no abscesso crônico a agressão pode ser menos intensa e/ou a reação do organismo pode ser mais lenta. Em termos de consequências, são ambos iguais.
No entanto, um abscesso crônico pode desenvolver-se durante meses ou até anos.
O processo crônico habitualmente não dá sintomatologia.
Por esse fato, muitas vezes diagnostica-se quando se faz uma radiografia por outra razão qualquer. Aí, nós vemos que pode já ter um granuloma, ou até já pode existir um quisto com dois, três ou quatro
centímetros.
É, no entanto, provável que a reação do organismo e o nível de agressão sejam diferentes.
No abscesso agudo a agressão é mais violenta e as defesas do organismo reagem de uma maneira mais intensa, ao passo que no abscesso crônico a agressão pode ser menos intensa e/ou a reação do organismo pode ser mais lenta. Em termos de consequências, são ambos iguais.
No entanto, um abscesso crônico pode desenvolver-se durante meses ou até anos.
O processo crônico habitualmente não dá sintomatologia.
Por esse fato, muitas vezes diagnostica-se quando se faz uma radiografia por outra razão qualquer. Aí, nós vemos que pode já ter um granuloma, ou até já pode existir um quisto com dois, três ou quatro
centímetros.
Abscesso Alveolar Agudo
(AAA)
Por
definição, o abscesso apical agudo (AAA) é um processo inflamatório agudo,
caracterizado
pela formação de pus, que afeta os tecidos que envolvem a região apical, tem evolução rápida e causa dor violenta.
pela formação de pus, que afeta os tecidos que envolvem a região apical, tem evolução rápida e causa dor violenta.
Causas:
O abscesso apical agudo
pode ser causado por agentes físicos, químicos e microbianos, que são responsáveis por alterações inflamatórias irreversíveis do órgão
pulpar, com posterior infecção.
Os microrganismos que
causam a infecção pulpar podem passar do interior do canal radicular para o periápice e causar o AAA.
O AAA pode desenvolver-se como seqüencia de uma pericimentite apical aguda ou, ainda, de uma rarefação apical crônica, como o granuloma dental e o abscesso apical crônico. Quando o abscesso alveolar agudo se desenvolve a partir da exacerbação de um granuloma apical ou de um abscesso apical crônico, recebe o nome de Abscesso Fenix (o que resurgiu).
O AAA pode desenvolver-se como seqüencia de uma pericimentite apical aguda ou, ainda, de uma rarefação apical crônica, como o granuloma dental e o abscesso apical crônico. Quando o abscesso alveolar agudo se desenvolve a partir da exacerbação de um granuloma apical ou de um abscesso apical crônico, recebe o nome de Abscesso Fenix (o que resurgiu).
Quando em um caso
clínico de AAA, a radiografia mostrar uma grande área de rarefação apical,
estamos diante de um Abscesso Fenix, porque o abscesso
apical agudo não provoca, de imediato, área de
rarefação.
Quadro clínico:
A dor e o mal estar
provocado pelo abscesso apical agudo tem aumento progressivo e rápido
com características de um processo inflamatório agudo na região do periápice.
A dor é acentuada, pulsátil com formação de pus, dando sensação de pressão na área.
Pode estar presente uma tumefação no fundo do vestíbulo e mobilidade dental.
Sensibilidade extrema à percussão e à palpação.
Os dentes vizinhos podem, também, apresentar-se sensíveis à percussão, porém com
vitalidade pulpar.
O dente pode apresentar resposta positiva ao calor, pois este agente físico pode provocar
expansão de gases.
A radiografia pode apresentar aspecto normal da área apical ou mostrar um ligeiro
espessamento da lâmina dura. Quando uma área de rarefação está presente, pode-se dizer
que ocorreu a agudização de um processo crônico (Abscesso Fenix).
Quando o abscesso apical agudo está confinado na região apical, as manifestações de ordem
geral nem sempre são severas, porém podem estar presentes: bacteremia transitória,
linfadenite regional e elevação da temperatura corporal.
O pus presente na região periapical (fase intraóssea) se não drenado pelo canal, procura o
caminho de menor resistência para exteriorizar-se. Enquanto o pus procura local de escape,
ocorre aumento de pressão sobre o pericimento, provocando dor exacerbada. O pus, se não
drenar pelo canal ou pelo ligamento periodontal, procura perfurar o osso cortical e se
acumula sob o periósteo (fase sub periostal). A seguir passa para a fase submucosa e forma a
fístula.
Exteriorizando o abscesso, a dor severa fica bem atenuada e pode mesmo desaparecer, em
virtude do alívio da pressão.
com características de um processo inflamatório agudo na região do periápice.
A dor é acentuada, pulsátil com formação de pus, dando sensação de pressão na área.
Pode estar presente uma tumefação no fundo do vestíbulo e mobilidade dental.
Sensibilidade extrema à percussão e à palpação.
Os dentes vizinhos podem, também, apresentar-se sensíveis à percussão, porém com
vitalidade pulpar.
O dente pode apresentar resposta positiva ao calor, pois este agente físico pode provocar
expansão de gases.
A radiografia pode apresentar aspecto normal da área apical ou mostrar um ligeiro
espessamento da lâmina dura. Quando uma área de rarefação está presente, pode-se dizer
que ocorreu a agudização de um processo crônico (Abscesso Fenix).
Quando o abscesso apical agudo está confinado na região apical, as manifestações de ordem
geral nem sempre são severas, porém podem estar presentes: bacteremia transitória,
linfadenite regional e elevação da temperatura corporal.
O pus presente na região periapical (fase intraóssea) se não drenado pelo canal, procura o
caminho de menor resistência para exteriorizar-se. Enquanto o pus procura local de escape,
ocorre aumento de pressão sobre o pericimento, provocando dor exacerbada. O pus, se não
drenar pelo canal ou pelo ligamento periodontal, procura perfurar o osso cortical e se
acumula sob o periósteo (fase sub periostal). A seguir passa para a fase submucosa e forma a
fístula.
Exteriorizando o abscesso, a dor severa fica bem atenuada e pode mesmo desaparecer, em
virtude do alívio da pressão.
Casos de exteriorização
do abscesso agudo pela superfície cutânea,pode ocorrer fístula cutânea.
Algumas vezes pode ocorrer drenagem via seio do maxilar (empiema) , quando o processo
patológico envolve os dentes superiores posteriores. Também pode-se verificar drenagem do
abscesso na cavidade nasal, quando oriundos de dentes superiores anteriores.
Algumas vezes pode ocorrer drenagem via seio do maxilar (empiema) , quando o processo
patológico envolve os dentes superiores posteriores. Também pode-se verificar drenagem do
abscesso na cavidade nasal, quando oriundos de dentes superiores anteriores.
O abscesso apical agudo
deriva de uma infecção na cavidade pulpar e o abscesso periodontal,
desenvolve-se via bolsa periodontal.
desenvolve-se via bolsa periodontal.
Nos casos de abscesso
periodontal e abscesso gengival o dente pode apresentar-se com vitalidade pulpar.
Tratamento:
Como em todo abscesso, o
tratamento do Abscesso Apical Agudo, consiste em se estabelecer uma drenagem oportuna e eliminar a causa.
Se o paciente apresentar
febre ou pertubações tóxicas, deve-se administrar antibióticos apropriados para atingir um nível sangüineo alto e rápido. Caso o paciente não seja
alérgico, indica-se penicilina. Caso contrário, eritromicina.
FÍSTULA DENTÁRIA
Fístula é um
sinal clínico de que na região de seu aparecimento existe infecção em
atividade. São entidades clínicas que caracterizam-se pela manifestação muito
próxima da origem infecciosa, O aparecimento de uma fístula, geralmente, os
dentes ou raízes da região devem ser os causadores. As fístula podem se
manifestar no interior da cavidade oral, nas gengivas ou mucosas adjacentes aos
agentes causadores.
As fístulas podem
aparecer na face, suas presenças causam como regra geral seqüelas cicatriciais
indesejáveis. As fístulas podem surgir sem manifestação de sofrimento para o
portador, mas há casos como os abscessos palatais, que até a formação e
rompimento da fístula promovem muito sofrimento ao portador. Existem fístulas
muito complexas de resolução geralmente cirúrgica, que são as que comunicam, a
cavidade oral com os seios maxilares. As fístulas oro-antrais, como são
chamadas causam quadro clínico desagradável, como ao ingerir líquidos parte é
expelida pelo nariz.
Fístula é uma
forma de defesa do organismo na sua lutacontra as infecções. Onde existe
fístula na região há certamente infecção
.
As fístulas na
cavidade oral desaparecem logo após o diagnóstico e abordagem dos dentes ou
raízes portadores de infecção, em média de 3 a 4 dias. Outra situação que costuma provocar
fístulas são os detritos como areia, parabrisa, asfalto, contidos e deixados
nos tecidos, oriundos de acidentes e traumas. Estas fístulas costumam de tempos
em tempos entrarem em atividade, expulso o detrito, ocorre a cura e
desaparecimento.
Fístula é uma
forma de defesa do organismo na sua lutacontra as infecções. Onde existe
fístula na região há certamente infecção terça-feira, 22 de maio de 2012
TRATAMENTO ENDODÔNTICO
Tratamento Endodôntico ( canal )
Visite o site:
http://dradeisebastos.com.br/tratamento-endodontico-canal/
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